Simulação Simples Nacional
Cálculo da alíquota efetiva por faixa de faturamento, análise de anexo e impacto do fator R na tributação.
- Enquadramento no anexo correto
- Alíquota efetiva por faixa
- Análise do fator R
- Sublimites estaduais no RS
Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real? Com a Reforma Tributária, a escolha errada pode custar milhares de reais por ano. Entenda qual regime paga menos para a sua atividade.
Simulação completa nos três regimes com projeção para a Reforma Tributária — para você tomar a decisão certa.
Cálculo da alíquota efetiva por faixa de faturamento, análise de anexo e impacto do fator R na tributação.
Projeção de IRPJ, CSLL e PIS/COFINS cumulativo com base no percentual de presunção da sua atividade.
Cálculo sobre lucro efetivo com aproveitamento de créditos de PIS/COFINS e projeção de benefícios fiscais.
Simulação semestral para empresas no Simples: recolher IBS/CBS dentro do DAS ou pelo regime regular.
Relatório comparativo lado a lado com carga total em cada regime — atual e projetada com a Reforma.
Todo início de ano-calendário, reavaliamos se o regime atual continua sendo o mais econômico ou se a migração compensa.
A escolha do regime tributário é a decisão fiscal mais importante na vida de uma empresa. Ela define quanto você paga de imposto, quais obrigações acessórias precisa cumprir e como emite notas fiscais. No Brasil, existem três regimes principais — Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real — e com a Reforma Tributária em andamento (EC 132/2023, LC 214/2025), a complexidade dessa decisão aumentou significativamente. Este guia explica cada regime, compara os cenários e mostra como escolher o melhor enquadramento para a sua empresa em 2026.
O regime tributário é o conjunto de regras que define como os impostos da sua empresa são calculados e recolhidos. No Brasil, ele determina a base de cálculo, as alíquotas aplicáveis e as obrigações acessórias que a empresa precisa cumprir perante a Receita Federal, estados e municípios.
A escolha é feita no momento da abertura da empresa ou no início de cada ano-calendário — e, uma vez definida, vale para o ano inteiro. Trocar de regime fora desse período não é permitido, o que torna a decisão ainda mais crítica.
Existem três regimes principais no Brasil:
Cada regime tem vantagens e desvantagens que dependem da atividade, do faturamento, da margem de lucro e do perfil de clientes da empresa. Não existe "melhor regime" universal — existe o regime certo para a sua situação.
O Simples Nacional é o regime tributário mais utilizado no Brasil, com aproximadamente 22 milhões de empresas optantes. Foi criado para simplificar a vida das micro e pequenas empresas, reunindo até 8 tributos em uma guia única: o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).
O Simples Nacional organiza as atividades em 5 anexos, cada um com faixas de alíquotas progressivas:
A alíquota efetiva depende da faixa de faturamento acumulado nos últimos 12 meses e do fator R (relação entre folha de pagamento e receita bruta). Empresas com folha alta podem migrar do Anexo V para o III, pagando menos.
Com a Reforma Tributária, optantes do Simples precisam decidir semestralmente se recolhem IBS/CBS dentro ou fora do DAS. Essa decisão impacta diretamente seus contratos B2B. Solicite uma simulação gratuita.
Solicitar simulação →O Lucro Presumido é o regime intermediário: mais simples que o Lucro Real, porém sem as limitações de faturamento do Simples Nacional. Cerca de 1,1 milhão de empresas operam neste regime no Brasil.
A Receita Federal "presume" qual é o lucro da empresa aplicando um percentual sobre a receita bruta — daí o nome. Os principais percentuais de presunção são:
Sobre esse lucro presumido, incidem IRPJ (15%) + Adicional de IR (10% sobre o que exceder R$ 20 mil/mês) e CSLL (9%). Além disso, PIS (0,65%) e COFINS (3%) são calculados sobre a receita bruta no regime cumulativo (sem direito a créditos).
O Lucro Real é o regime mais complexo e detalhado. Nele, o imposto incide sobre o lucro contábil efetivo da empresa, ajustado pelas adições e exclusões previstas na legislação fiscal.
A grande vantagem está nos créditos de PIS/COFINS: no regime não cumulativo, a empresa abate créditos sobre diversas despesas, reduzindo o valor efetivo a pagar.
Se o seu escritório não está simulando cenários com a Reforma Tributária, sua empresa pode estar pagando mais do que deveria. A Kubo faz a migração sem interrupção — e o primeiro mês inclui diagnóstico fiscal gratuito.
Trocar de contador →A melhor forma de visualizar as diferenças é em um comparativo direto. Abaixo, os principais critérios de decisão:
| Critério | Simples Nacional | Lucro Presumido | Lucro Real |
|---|---|---|---|
| Faturamento máximo | R$ 4,8 mi/ano | R$ 78 mi/ano | Sem limite |
| Base do imposto | Receita bruta (tabelas) | Receita x % de presunção | Lucro contábil ajustado |
| PIS/COFINS | Inclusos no DAS | Cumulativo (0,65% + 3%) | Não cumulativo (1,65% + 7,6% com créditos) |
| Créditos tributários | Limitados / sem crédito integral para cliente B2B | Sem crédito de PIS/COFINS | Créditos amplos de PIS/COFINS |
| Compensação de prejuízo | Não permite | Não permite | Permite (até 30% do lucro) |
| Complexidade contábil | Baixa | Média | Alta |
| Impacto da Reforma | Regime híbrido (DAS vs IBS/CBS fora) | Pode perder vantagem vs Lucro Real | Beneficiado: não cumulatividade plena de IBS/CBS |
Essa tabela é um ponto de partida — mas a decisão real exige simulação com os números da sua empresa. Dois negócios com o mesmo faturamento podem ter regimes ideais completamente diferentes dependendo da margem, dos custos e do perfil de clientes.
A Reforma Tributária (EC 132/2023, regulamentada pela LC 214/2025) está redesenhando o sistema tributário brasileiro. Entre 2026 e 2033, o Brasil vai conviver com dois sistemas simultaneamente: o atual (ICMS, ISS, PIS, COFINS) e o novo (IBS, CBS, Imposto Seletivo).
Isso impacta diretamente a escolha do regime tributário:
A escolha do regime feita hoje precisa considerar não apenas o cenário atual, mas como a empresa vai operar nos próximos 7 anos de transição.
Uma das maiores novidades da Reforma Tributária para pequenas empresas é o regime híbrido do Simples Nacional. A partir de 2026, optantes do Simples poderão escolher semestralmente entre duas formas de recolher IBS e CBS:
Essa decisão pode ser revisada a cada semestre, mas exige simulação com dados reais. A Kubo faz essa análise para todos os clientes no Simples Nacional.
A escolha entre DAS e regime regular impacta diretamente seus contratos. A Kubo simula os dois cenários com os dados reais da sua empresa e recomenda a melhor opção a cada semestre.
Agendar simulação →Na Kubo Contabilidade Empresarial, a escolha do regime tributário não é feita com base em achismo ou na experiência de terceiros. Nosso processo inclui:
Todo esse trabalho está incluso no plano de contabilidade mensal da Kubo. Não cobramos honorários adicionais pela simulação ou pela troca de regime.
Não. A opção pelo regime tributário é feita no início de cada ano-calendário (janeiro) e vale para o ano inteiro. A exceção é o regime híbrido do Simples Nacional para IBS/CBS, que permite alteração semestral.
Não. O MEI tem regime próprio com tributação fixa mensal (INSS + ISS ou ICMS). Quando o MEI ultrapassa o limite de R$ 81.000/ano, precisa migrar para ME e aí sim escolher entre Simples, Presumido ou Real.
Depende da atividade, faturamento, margem de lucro e estrutura de custos. Uma empresa de serviços com margem alta pode pagar menos no Presumido. Uma indústria com muitos insumos pode pagar menos no Real. A simulação com dados reais é a única forma de responder essa pergunta com segurança.
Você paga mais imposto do que deveria durante o ano inteiro (sem possibilidade de trocar antes de janeiro). Em casos mais graves, a empresa pode perder competitividade (se não gerar crédito para clientes B2B) ou ter problemas com obrigações acessórias não cumpridas.
Não. O Simples Nacional foi mantido pela Reforma Tributária. O que muda é a forma de recolhimento de IBS e CBS, que pode ser dentro ou fora do DAS (regime híbrido). Os demais tributos do Simples permanecem inalterados.
Não. A simulação e a escolha do regime estão inclusos no plano de contabilidade mensal. Para empresas que ainda não são clientes, oferecemos um diagnóstico fiscal gratuito no primeiro mês.